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	<title>Psicanálise e suas Vicissitudes - Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração</title>
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	<title>Psicanálise e suas Vicissitudes - Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração</title>
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		<title>Jornada sobre o Seminário 10: A Angústia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@clinicaintegracao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 17:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Clínica Integração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Clínica Integração participou da Jornada sobre o Seminário 10: A Angústia, promovida pelo Instituto Vox em 2025. O encontro reuniu psicanalistas e pesquisadores em torno das formulações de Jacques Lacan. Ele situou a angústia como sinal do real, dando-lhe valor estrutural para a clínica psicanalítica. Durante o evento, a responsável técnica da clínica, Aislene Daniel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="542" data-end="865">A <strong data-start="544" data-end="575">Clínica Integração</strong> participou da <strong data-start="590" data-end="634">Jornada sobre o Seminário 10: A Angústia</strong>, promovida pelo Instituto Vox em 2025. O encontro reuniu psicanalistas e pesquisadores em torno das formulações de Jacques Lacan. Ele situou a angústia como sinal do real, dando-lhe valor estrutural para a clínica psicanalítica.</p>
<p data-start="867" data-end="1220">Durante o evento, a responsável técnica da clínica, <strong data-start="919" data-end="948">Aislene Daniel Gomes Zaro</strong>, apresentou o trabalho <em data-start="972" data-end="1049">“O ar como operação clínica e topológica: entre o furo, o gozo e o sujeito”</em>. Em sua fala, defendeu a hipótese de que o <strong data-start="1093" data-end="1149">ar pode funcionar como operador clínico e topológico</strong>, sustentando o furo simbólico que permite a constituição do sujeito.</p>
<p data-start="1222" data-end="1593">Mais do que condição vital, o ar aparece como <strong data-start="1268" data-end="1287">função de borda</strong>. Como sopro, pausa ou fôlego. É elemento que organiza o ritmo pulsional e a alternância entre silêncio e palavra. Contudo, quando se apresenta ausente ou obstruído, denuncia a falência do corte simbólico. Nesse cenário, o corpo fica saturado pelo gozo do Outro e a linguagem deixa de operar como canal de subjetivação.</p>
<blockquote data-start="1595" data-end="1763">
<p data-start="1597" data-end="1763">“O ar, em sua dimensão simbólica, pode operar como aquilo que permite ao sujeito respirar sua falta, instaurando uma separação entre ele e o gozo”, afirmou Aislene.</p>
</blockquote>
<p data-start="1765" data-end="2038">A presença da <strong data-start="1779" data-end="1810">Clínica Integração</strong> mostra que é na prática clínica que a psicanálise encontra meio de transmissão. Por isso, sustentar a escuta analítica significa manter viva a tradição ética e teórica que permite ao sujeito inscrever-se em seu desejo.</p>
<p data-start="2038" data-end="2320">📌 Saiba mais sobre a <a class="decorated-link" href="https://www.clinicaintegracao.com/" target="_new" rel="noopener" data-start="2060" data-end="2115">Clínica Integração</a>.<br data-start="2116" data-end="2119" />📌 Conheça nossos <a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://clinicaintegracao.com/grupo-de-estudos-em-psicanalise/" target="_new" rel="noopener" data-start="2137" data-end="2222">grupos de estudo em psicanálise</a>.<br data-start="2223" data-end="2226" />📌 Veja também nossa área de <a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://clinicaintegracao.com/analise-psicanalitica/" target="_new" rel="noopener" data-start="2255" data-end="2317">psicanálise</a>.</p>
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		<title>Clínica Integração no Congresso de Psicologia Clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@clinicaintegracao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 23:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Clínica Integração]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Participação da Clínica Integração CRP-SP A Clínica Integração  marcou presença no 1º Congresso de Psicologia Clínica do CRP-SP, realizado em 2025. O evento reuniu profissionais de diferentes áreas para debater ética, clínica e sociedade. Assim, a participação reforça a vocação da clínica em sustentar a escuta rigorosa, a formação continuada e o debate público sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 data-start="763" data-end="809">Participação da Clínica Integração CRP-SP</h2>
<p data-start="810" data-end="1166">A <strong data-start="812" data-end="841">Clínica Integração </strong> marcou presença no <strong data-start="861" data-end="909">1º Congresso de Psicologia Clínica do CRP-SP</strong>, realizado em 2025. O evento reuniu profissionais de diferentes áreas para debater ética, clínica e sociedade. Assim, a participação reforça a vocação da clínica em sustentar a escuta rigorosa, a formação continuada e o debate público sobre saúde mental.</p>
<h2 data-start="1168" data-end="1208">Trabalhos apresentados no congresso</h2>
<p data-start="1209" data-end="1324">A psicanalista, especialista em psicologia clinica e responsável técnica, <strong data-start="1232" data-end="1261">Aislene Daniel Gomes Zaro &#8211; CRP 06/65176</strong>, contribuiu com <strong data-start="1278" data-end="1305">duas comunicações orais</strong> e <strong data-start="1308" data-end="1321">um pôster</strong>:</p>
<ul data-start="1326" data-end="2031">
<li data-start="1326" data-end="1605">
<p data-start="1328" data-end="1605"><strong data-start="1328" data-end="1426">Comunicação Oral: “Saúde Suplementar e as Repercussões Sobre o Tempo na Análise Psicanalítica”</strong> — estudo que interroga a lógica do tempo na clínica quando atravessada por convênios. Além disso, evidencia a temporalidade própria da análise e seus efeitos no manejo do caso.</p>
</li>
<li data-start="1606" data-end="1835">
<p data-start="1608" data-end="1835"><strong data-start="1608" data-end="1663">Comunicação Oral: “O manejo do dinheiro na clínica”</strong> — reflexão sobre a função simbólica do pagamento na direção do tratamento. Nesse sentido, aborda suas incidências na transferência e as consequências éticas do enquadre.</p>
</li>
<li data-start="1836" data-end="2031">
<p data-start="1838" data-end="2031"><strong data-start="1838" data-end="1907">Pôster: “Clínica Integração: Proposta de uma clínica sustentável”</strong> — apresentação do projeto institucional que, desde 2002, conjuga acessibilidade, responsabilidade social e rigor técnico.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2033" data-end="2064">Compromisso ético e social</h2>
<p data-start="2065" data-end="2453">Com mais de duas décadas de atuação, a <strong data-start="2104" data-end="2133">Clínica Integração CRP-SP</strong> oferece <strong data-start="2142" data-end="2196">atendimento clínico, supervisão e grupos de estudo</strong>. Por isso, consolidou-se como referência no Grande ABC. Além disso, ao participar do congresso, a instituição mostrou que a psicanálise pode dialogar com exigências institucionais sem perder o essencial: o laço simbólico, a palavra e o desejo do sujeito.</p>
<h2 data-start="2455" data-end="2477">Um marco coletivo</h2>
<blockquote>
<p data-start="2480" data-end="3353">Como destacou a responsável técnica, <strong data-start="296" data-end="325">Aislene Daniel Gomes Zaro:  </strong>“Traduzir em produção acadêmica o que vivenciamos na prática é afirmar que a clínica não se limita às quatro paredes do consultório. O 1º Congresso de Psicologia Clínica do CRP-SP foi um marco. O evento evidenciou a necessidade de trazer para o espaço coletivo temas que atravessam não apenas a prática clínica, mas também a sociedade. Além disso, mostrou que dinheiro, tempo, saúde suplementar, desejo e sustentabilidade não são apenas conceitos teóricos. São realidades que moldam o cotidiano da escuta analítica. Manter encontros como este é fundamental para sustentar o diálogo entre ética e prática. Assim, resistimos às lógicas de mercado e reafirmamos que a psicanálise pode ser um ato público e político, sem perder sua radicalidade clínica. A Clínica Integração reafirma seu compromisso de fazer da escuta um lugar de responsabilidade social, acadêmica e ética.”</p>
</blockquote>
<h2 data-start="3355" data-end="3370">Saiba mais</h2>
<p data-start="3371" data-end="3803">📌 Conheça nossa história em <strong data-start="3400" data-end="3459"><a class="decorated-link" href="https://www.clinicaintegracao.com/" target="_new" rel="noopener" data-start="3402" data-end="3457">Clínica Integração</a></strong>.<br data-start="3460" data-end="3463" />📌 Veja nossos <strong data-start="3478" data-end="3552"><a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://clinicaintegracao.com/grupo-de-estudos-em-psicanalise/" target="_new" rel="noopener" data-start="3480" data-end="3550">grupos de estudo</a></strong> e área de <a href="https://clinicaintegracao.com/psicoterapia/"><strong data-start="3563" data-end="3629">psicoterapia</strong></a>.<br data-start="3630" data-end="3633" />📌 Informações oficiais no <strong data-start="3660" data-end="3703"><a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://site.cfp.org.br/crp-sp-e-cfp-realizam-a-primeira-edicao-do-congresso-brasileiro-de-psicologia-clinica/" target="_new" rel="noopener" data-start="3662" data-end="3701">site do CRP-SP</a></strong>.<br data-start="3704" data-end="3707" />📌 Para contato e agendamentos: <strong data-start="3739" data-end="3800"><a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://clinicaintegracao.com/fale-conosco/" target="_new" rel="noopener" data-start="3741" data-end="3798">Fale conosco</a></strong>.</p>
<p data-start="3805" data-end="4022">A presença da <strong data-start="3819" data-end="3848">Clínica Integração CRP-SP</strong> amplia o compromisso institucional com a produção teórica e clínica. Além disso, fortalece um lugar de <strong data-start="3952" data-end="3991">escuta qualificada e formação ética</strong> em psicologia e psicanálise.</p>
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		<title>Clínica Integração: Proposta de uma clínica sustentável.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@clinicaintegracao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 23:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
		<category><![CDATA[clínica psicológica]]></category>
		<category><![CDATA[psicanalise]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO O conceito de sustentabilidade social apresenta sua implicação na redução da desigualdade social com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. Em contrapartida uma empresa tem como objetivo a prestação de serviços ou a venda de produtos a fim da obtenção de lucros. Pensar a instituição clínica, como um espaço que [&#8230;]</p>
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									<p style="font-weight: 400;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O conceito de sustentabilidade social apresenta sua implicação na redução da desigualdade social com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. Em contrapartida uma empresa tem como objetivo a prestação de serviços ou a venda de produtos a fim da obtenção de lucros. Pensar a instituição clínica, como um espaço que oferta a escuta especializada do sujeito como uma prática clínica, que não se enquadra em um produto ou um serviço, tão pouco é passível de venda, embora se atribua um valor a esta prática, subverte a lógica do mercado de serviços a favor da lógica do desejo, ainda que em um contexto de vulnerabilidade. A Clínica Integração, surge então como um projeto para uma clínica sustentável diferenciando-se da clínica pública, particular e social, pois, levando em conta o contexto sócio-econômico-cultural do sujeito, favorece o acesso ao tratamento psicológico e psicanalítico de modo que o sujeito encontre um ambiente possível de privilegiar e sustentar seu discurso/desejo, uma vez que, como apontam os estudos psicanalíticos as transformações mais radicais, seja de uma sociedade, comunidade ou sujeito, estão no caminho do ato, da palavra e do desejo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MÉTODOS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Diante da crescente demanda pelo tratamento psicológico ou psicanalítico nos últimos 20 anos e, da complexa dinâmica sócio-econômico-cultural na qual se inserem, foram observados os meios de acesso e sustentação do processo dos&nbsp;<span style="font-size: 16px;">pacientes que buscam a clínica. Sendo assim, adotou-se como proposta da Clínica Integração, convidar o paciente, a partir do seu discurso em associação livre, a refletir sobre os recursos, que envolvem fundamentalmente a sua disponibilidade de investir e sustentar o tratamento, no que diz respeito ao tempo, presença, consistência e constância, bem como o valor que atribui à sua demanda, conforme a sua lógica de economia de gozo no específico contexto transferencial. Sendo assim, a prática clínica se desenvolve fora do contexto mercadológico de honorários, ou seja, valores fixos ou pré-estabelecidos visando lucro. A Clínica Integração atua de modo que favoreça a manutenção de seu espaço, a liberdade de atuação profissional de acordo com seu campo teórico/prático ao mesmo tempo que viabiliza o acesso dos indivíduos ao tratamento, ainda que numa condição de vulnerabilidade social.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRINCIPAIS RESULTADOS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Clínica Integração, inaugurada em 2002, ao longo de sua história se estabelece como projeto para uma clínica sustentável, uma vez que se estrutura na oferta da escuta ao sujeito a partir de recursos próprios, parcerias e acordos com associações de classes, planos de saúde e clubes de descontos, bem como com profissionais graduados em psicologia e especialistas ou pós graduados em psicologia clínica, psicanálise, psicoterapia existencial, psicopedagogia dentre outros que atuam com rigor técnico, teórico e ético favorecendo um espaço de escuta refinado frente ao desejo do sujeito, independentemente do seu modo de acesso ou recursos para sustentar sua análise, facilitando um convite ao paciente a escutar sua demanda além de privilegiar e sustentar seu discurso/desejo e por consequência alterar o modo como lida com sua economia libidinal.</p>
<p style="font-weight: 400;">O modo como o tratamento é proposto, favorece o sujeito a refletir sobre as questões do pagamento, o modo de acesso e sustentação da análise do sujeito, atualiza a lógica do gozo que o sustenta na sua relação com os seus sintomas e com o próprio analista. Demandas com as seguintes justificativas: atende-lo gratuitamente, via plano de saúde, pagar com cartão de crédito, pedir nota fiscal para reembolso ou desconto no Imposto de renda, etc., ainda que pareçam justificadas pelo cenário econômico predominante, podem estar a serviço da mesma lógica que legitime, por exemplo, o seu sintoma de menos-valia, ou mesmo expressar uma dinâmica de barganha com a vida, semelhante daquele que visa uma relação onde mesmo com condições financeiras para bancar sua análise, busca-a em uma lógica de superfaturamento do gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>DISCUSSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A troca de bens e valores acontece na humanidade desde a antiguidade. A invenção do dinheiro simplificou o modo de operacionalizar e regular as relações, estabelecendo assim um pacto social, ou seja, o dinheiro como o representante de um valor, além de uma insígnia de que transita entre o poder e a vulnerabilidade. Pode ser utilizado como meio para pagar serviços, bens e/ou obrigações.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na prática clínica, o significante dinheiro, além de um meio de autopreservação e poder, &#8220;tem poderosos fatores sexuais envolvidos no valor que lhe é atribuído&#8221; (Freud,1913), sendo assim, o dinheiro motiva e enxuga o gozo, cifra e decifra o sujeito.</p>
<p style="font-weight: 400;">Portanto, na sessão, o sujeito é convidado a associar livremente e o trabalho de produção de significantes revela a relação que ele estabelece com seus sintomas, bem como, desvela o uso que ele faz dos mesmos no confronto cotidiano com as dificuldades da vida. No tratamento, a presença ou ausência do dinheiro revela a economia libidinal envolvida na relação entre o sujeito e o seu sintoma.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 1918, no texto: Linhas de progresso na teoria psicanalítica, Freud observa que o trabalho do analista é limitado às pessoas privilegiadas, uma vez que as necessidades de sobrevivência se sobrepõem à busca pelo tratamento. Contudo, no futuro chegaria um momento que existiria algum tipo de organização &#8220;(&#8230;) <em>aumentaria em medida suficiente para tratar uma considerável massa da população</em>.&#8221;(Freud, 1918). Pondera também sobre o ato analítico e alerta que o paciente <em>&#8220;(&#8230;)deve ser deixado com seus desejos insatisfeitos com abundância&#8221; (Freud, 1918)</em>, a fim de não tomá-lo como propriedade privada, decidindo por ele seu destino.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por outro lado, temos o profissional que para sustentar o dispositivo clínico deve levar em conta o rigor e a precisão que esta prática sofisticada requer. Sendo assim, deve-se considerar que compreendê-la ultrapassa a apreensão da técnica e depende da construção de um dispositivo singular que exige uma certa erudição do profissional além de sua disposição para a manutenção do tripé que sustenta esta prática e que tudo isso envolve um considerável investimento de tempo e dinheiro.</p>
<p style="font-weight: 400;">LO BIANCO e colegas (1994), em seu estudo justifica que a clínica não é o mesmo que um consultório; é psicologia de qualquer lugar que necessite de progressos de saúde, sendo designada pela escuta sobre o fenômeno e não uma área de atuação. Portanto, a psicologia como campo de estudos do fenômeno humano se adapta de acordo com a demanda do sujeito, o seu contexto histórico, social, econômico e cultural, o que afeta diretamente os modos de oferta da escuta ao sujeito. Dos consultórios particulares, o acesso ao tratamento estendeu-se às Instituições de ensino, aos hospitais, ambulatórios de saúde mental da rede pública, dentre outros. Tudo isso implica em diferenças no acesso e sustentabilidade do tratamento, então, nos deparamos com: implicações e gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Diante disso, ao aceitar um sujeito em análise, de acordo com a sua proposta de imediato, sem escutar cuidadosamente sua demanda, pode favorecer, no contexto clínico, a repetição de outras ofertas que circulam na cultura e que, na realidade, sucateiam o desejo do sujeito, colocando-o no risco eminente de cristalizá-lo na lógica de superfaturamento do gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Deve-se considerar também a relação entre o dinheiro e a transferência, que o modo de introduzir e manejar a questão do valor e do pagamento sob condição transferencial tem consequências em seus desdobramentos, como por exemplo: o sujeito pode subestimar sua capacidade de sustentar a própria análise, podendo se fixar em uma posição de auto sucateamento e, o que é pior, sancionada pelo analista. Assim, na relação transferencial, o analista intervém na contramão do gozo, ao cobrar pela sessão. Neste sentido o dinheiro assume, então, a função de anteparo, ou seja, de para-gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para finalizar, relativamente ao aspecto de formação dos profissionais, esse, paga/banca pela sua erudição e pela sua dispendiosa formação, enquanto terceiros sustentam a análise do sujeito ou pagam um valor &#8220;pré-estabelecido&#8221; quando pagam pela sua análise. Corre-se, assim, o risco de estabelecer uma equação na qual quem investe na análise do sujeito é o analista. Consequentemente, não pode essa relação, endossar a menos-valia que o sujeito atribui ao seu próprio discurso, sucateando-se como objeto do Outro, fixado num lugar de mais gozar?</p>
<p style="font-weight: 400;">Há de se refletir ainda sobre as consequências da dinâmica na produção discursiva do sujeito propriamente dita, ou seja, sobre a atualização da regra fundamental. O modo de pagar e o quanto paga por sua palavra, não afeta diretamente a associação livre?</p>
<p style="font-weight: 400;">A questão aqui é extremamente delicada, pois todos estes elementos relativos ao acesso e à sustentabilidade do tratamento estão inseridos em contextos econômicos muito complexos, no mais, em uma primeira apreensão poder-se-ia concluir erroneamente, é claro do âmbito de ação elitista para a prática clínica o que se coloca incompatível com a sua ética[l]. Frente, então, a cada ato de escuta, a atenção às questões de natureza semelhante às aqui levantadas devem ocupar a atenção do analista no manejo do pagamento (ou não) de cada sessão e sua relação as lógicas de gozo do paciente em questão.</p>
<p style="font-weight: 400;">[1] Ética: apropriadamente do universo da falta.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>FIGUEIREDO</strong>, L.C.M &#8211; A invenção do psicológico: quatro séculos de subjetivação (1500-1900) (2017) 9º edição &#8211; São Paulo: Escuta.</p>
<p style="font-weight: 400;">____- Matrizes do pensamento psicológico (2014) &#8211; 20° edição &#8211; Petrópolis, RJ: Vozes.</p>
<p style="font-weight: 400;">____- Revisitando as psicologias: da epistemologia à ética das práticas e discursos psicológicos (2015)- 8° edição &#8211; Petrópolis, RJ: Vozes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>FREUD</strong>, Sigmund &#8211; O caso Schereber, artigos sobre a técnica e outros trabalhos (1911 &#8211; 1913) &#8211; Edição</p>
<p style="font-weight: 400;">Standart brasileira das obras psicolológicas completas de Freud, Vol.XIV, Editora Imago.</p>
<p style="font-weight: 400;">_____- Uma neurose Infantil e outros trabalhos (1917 -1918) &#8211; Edição Standart brasileira das obras psicolológicas completas de Freud, Vol.XIV, Editora Imago.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>HORTA</strong>, S. H &#8211; La funcion del pago em la practica analítica &#8211; (2019) &#8211; Colleción: Encuentros, Editorial: El diván negro. Primeira Edición.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>LACAN</strong>, J. &#8211; A ética da psicanálise &#8211; (1959-1960) &#8211; Texto estabelecido por Jacques Allain Miller; [Versão brasileira Antônio Quinet] &#8211; Rio de Janeiro: Zahar, 2008.</p>
<p style="font-weight: 400;">_____- Televisão &#8211; (1993) &#8211; [versão brasileira Antônio Quinet] &#8211; Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>LO BIANCO</strong>, A.C., BASTOS, A.V.B., NUNES, M.L.T., SILVA, R.C. da. &#8211; Concepções e atividades emergentes na psicologia clínica: implicações para formação. (1994) In: ACHAR, R. (org) Psicólogo Brasileiro: Práticas emergentes e desafios para formação. São Paulo: Casa do Psicólogo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MARTIN</strong>, P. &#8211; Dinheiro e Psicanálise (1997) &#8211; Tradução: Dulce Duque Estrada &#8211; Rio de Janeiro: Revinter.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>QUINET</strong>, A. &#8211; As 4+1 condições de análise. 12. Edição. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2009.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SLEMENSON</strong>, K. P. &#8211; Sem? Sobre a inclusão e o manejo do dinheiro numa psicanálise. &#8211; São Paulo: Casa do Psicólogo.</p>								</div>
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		<title>As emoções e seus destinos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2020 14:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, as cidades seguem o distanciamento e o isolamento social, a Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração também, contudo, a escuta se faz presente mesmo no ambiente virtual, há de se considerar que nada substitui o contato humano, mas é o possível neste momento. Uma escuta técnica e precisa aliada ao desejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, as cidades seguem o distanciamento e o isolamento social, a Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração também, contudo, a escuta se faz presente mesmo no ambiente virtual, há de se considerar que nada substitui o contato humano, mas é o possível neste momento.</p>
<p>Uma escuta técnica e precisa aliada ao desejo de (re)conhecer as emoções, escolhas e suas consequências, favorecem (re)encontros, novas escolhas e novos “destinos”.</p>
<p>Não isole suas emoções, fale conosco.</p>
<blockquote><p>“Ao sair da clausura, suas emoções terão um destino e conduzi-las depende de reconhecê-las.&#8221;</p>
<p>Aislene Daniel Gomes Zaro – Psicanalista.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Psicanálise em Carne e Osso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@clinicaintegracao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2020 15:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, nas relações, ficam evidentes as configurações instauradas principalmente no ambiente familiar. Quais serão os efeitos desta tragédia pandêmica nas relações humanas e na humanidade? Falar destas questões é uma possibilidade de transformação subjetiva e possibilidade de enfrentar este momento com leveza. Observem os apontamentos do psicanalista Ario Borges no canal Psicanálise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, nas relações, ficam evidentes as configurações instauradas principalmente no ambiente familiar.</p>
<p>Quais serão os efeitos desta tragédia pandêmica nas relações humanas e na humanidade?</p>
<p>Falar destas questões é uma possibilidade de transformação subjetiva e possibilidade de enfrentar este momento com leveza.</p>
<p>Observem os apontamentos do psicanalista Ario Borges no canal Psicanálise em Carne e Osso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Ep01 - Orçamento de Gozo: Um olhar da psicanálise sobre a graça, gozo e sacrifícios na convivência." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/puFSHDFsYFU?start=651&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>https://psicanaliseemcarneeosso.blogspot.com/2020/03/blog-post.html?m=1</p>
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		<title>O dinheiro e a análise, uma questão de valor.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 02:01:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[valor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dinheiro é uma necessidade que facilita a subsistência humana e para obtê-lo demanda cada vez mais trabalho, competência e habilidade do indivíduo, ou seja, para tê-lo é necessário produzi-lo à partir de um esforço, que dá trabalho, portanto, o valor atribuído no trabalho ao qual se aplica nem sempre vale o trabalho que ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dinheiro é uma necessidade que facilita a subsistência humana e para obtê-lo demanda cada vez mais trabalho, competência e habilidade do indivíduo, ou seja, para tê-lo é necessário produzi-lo à partir de um esforço, que dá trabalho, portanto, o valor atribuído no trabalho ao qual se aplica nem sempre vale o trabalho que ele tem para produzi-lo, contudo, ao refletir com cuidado a este respeito é possível compreender como se relaciona com a sua produção, bem como o valor atribuído à ele.</p>
<p>Dinheiro e valor são pontos que se atravessam, porém completamente diferentes, ou seja, o dinheiro hoje é o recurso que temos na nossa cultura que torna possível representar em números uma ideia de quanto vale algo, contudo, não significa que este algo tem de fato o valor que lhe é atribuído.</p>
<p>Quando se trata de uma análise, por exemplo, quanto vale?. Qual o parâmetro para estabelecer o valor de uma análise? Está de acordo com a experiência profissional? Ou a tabela dos conselhos de classe? Paga-se pelo tempo/hora do analista? O “preço” da análise se estabelece de acordo com o diagnóstico e sua gravidade? Ou, para livrar-se da angústia, dos sintomas e de tudo que remete ao sofrimento, inclusive as lembranças enfadonhas?. Paga-se pelo trabalho em conjunto?, pelas palavras? São tantas questões…</p>
<p>Mas, o que definitivamente se paga em uma análise?</p>
<p>A análise para aquele quem busca, é um instrumento que favorece a partir de uma escuta disponível (entende-se um profissional analista, que a partir de seus estudos, análise pessoal e supervisão, apura constantemente a habilidade de escutar o sujeito) compreender suas demandas a partir de seu próprio discurso. Discurso este, construído a partir de seu repertório de vida e transmitido ao analista por intermédio das palavras.</p>
<p>Em análise, as palavras são usadas para contar uma história, contudo há nesta, pontos que a palavra pode não dar conta de contar, então, há uma conta que não fecha e o corpo cobra.<br />
Diante disto, há na história de vida de cada indivíduo um trabalho árduo e complexo que envolve palavras, relacionamento com o Outro, cultura, psiquê e corpo, para resultar na conjunção do que cada um apresenta ao analista em seu discurso, portanto, o valor de uma análise se constrói em análise e o sujeito propõe ao analista a quantia monetária que representará este valor, sancionado pelo analista.</p>
<p><em>Aislene Daniel Gomes Zaro</em><br />
<em>Psicanalista e Especialista em psicologia clínica</em><br />
<em>CRP 06/65176</em></p>
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