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	<title>psicanalise - Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração</title>
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		<title>Clínica Integração: Proposta de uma clínica sustentável.</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 23:02:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO O conceito de sustentabilidade social apresenta sua implicação na redução da desigualdade social com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. Em contrapartida uma empresa tem como objetivo a prestação de serviços ou a venda de produtos a fim da obtenção de lucros. Pensar a instituição clínica, como um espaço que [&#8230;]</p>
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									<p style="font-weight: 400;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O conceito de sustentabilidade social apresenta sua implicação na redução da desigualdade social com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. Em contrapartida uma empresa tem como objetivo a prestação de serviços ou a venda de produtos a fim da obtenção de lucros. Pensar a instituição clínica, como um espaço que oferta a escuta especializada do sujeito como uma prática clínica, que não se enquadra em um produto ou um serviço, tão pouco é passível de venda, embora se atribua um valor a esta prática, subverte a lógica do mercado de serviços a favor da lógica do desejo, ainda que em um contexto de vulnerabilidade. A Clínica Integração, surge então como um projeto para uma clínica sustentável diferenciando-se da clínica pública, particular e social, pois, levando em conta o contexto sócio-econômico-cultural do sujeito, favorece o acesso ao tratamento psicológico e psicanalítico de modo que o sujeito encontre um ambiente possível de privilegiar e sustentar seu discurso/desejo, uma vez que, como apontam os estudos psicanalíticos as transformações mais radicais, seja de uma sociedade, comunidade ou sujeito, estão no caminho do ato, da palavra e do desejo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MÉTODOS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Diante da crescente demanda pelo tratamento psicológico ou psicanalítico nos últimos 20 anos e, da complexa dinâmica sócio-econômico-cultural na qual se inserem, foram observados os meios de acesso e sustentação do processo dos&nbsp;<span style="font-size: 16px;">pacientes que buscam a clínica. Sendo assim, adotou-se como proposta da Clínica Integração, convidar o paciente, a partir do seu discurso em associação livre, a refletir sobre os recursos, que envolvem fundamentalmente a sua disponibilidade de investir e sustentar o tratamento, no que diz respeito ao tempo, presença, consistência e constância, bem como o valor que atribui à sua demanda, conforme a sua lógica de economia de gozo no específico contexto transferencial. Sendo assim, a prática clínica se desenvolve fora do contexto mercadológico de honorários, ou seja, valores fixos ou pré-estabelecidos visando lucro. A Clínica Integração atua de modo que favoreça a manutenção de seu espaço, a liberdade de atuação profissional de acordo com seu campo teórico/prático ao mesmo tempo que viabiliza o acesso dos indivíduos ao tratamento, ainda que numa condição de vulnerabilidade social.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRINCIPAIS RESULTADOS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Clínica Integração, inaugurada em 2002, ao longo de sua história se estabelece como projeto para uma clínica sustentável, uma vez que se estrutura na oferta da escuta ao sujeito a partir de recursos próprios, parcerias e acordos com associações de classes, planos de saúde e clubes de descontos, bem como com profissionais graduados em psicologia e especialistas ou pós graduados em psicologia clínica, psicanálise, psicoterapia existencial, psicopedagogia dentre outros que atuam com rigor técnico, teórico e ético favorecendo um espaço de escuta refinado frente ao desejo do sujeito, independentemente do seu modo de acesso ou recursos para sustentar sua análise, facilitando um convite ao paciente a escutar sua demanda além de privilegiar e sustentar seu discurso/desejo e por consequência alterar o modo como lida com sua economia libidinal.</p>
<p style="font-weight: 400;">O modo como o tratamento é proposto, favorece o sujeito a refletir sobre as questões do pagamento, o modo de acesso e sustentação da análise do sujeito, atualiza a lógica do gozo que o sustenta na sua relação com os seus sintomas e com o próprio analista. Demandas com as seguintes justificativas: atende-lo gratuitamente, via plano de saúde, pagar com cartão de crédito, pedir nota fiscal para reembolso ou desconto no Imposto de renda, etc., ainda que pareçam justificadas pelo cenário econômico predominante, podem estar a serviço da mesma lógica que legitime, por exemplo, o seu sintoma de menos-valia, ou mesmo expressar uma dinâmica de barganha com a vida, semelhante daquele que visa uma relação onde mesmo com condições financeiras para bancar sua análise, busca-a em uma lógica de superfaturamento do gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>DISCUSSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A troca de bens e valores acontece na humanidade desde a antiguidade. A invenção do dinheiro simplificou o modo de operacionalizar e regular as relações, estabelecendo assim um pacto social, ou seja, o dinheiro como o representante de um valor, além de uma insígnia de que transita entre o poder e a vulnerabilidade. Pode ser utilizado como meio para pagar serviços, bens e/ou obrigações.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na prática clínica, o significante dinheiro, além de um meio de autopreservação e poder, &#8220;tem poderosos fatores sexuais envolvidos no valor que lhe é atribuído&#8221; (Freud,1913), sendo assim, o dinheiro motiva e enxuga o gozo, cifra e decifra o sujeito.</p>
<p style="font-weight: 400;">Portanto, na sessão, o sujeito é convidado a associar livremente e o trabalho de produção de significantes revela a relação que ele estabelece com seus sintomas, bem como, desvela o uso que ele faz dos mesmos no confronto cotidiano com as dificuldades da vida. No tratamento, a presença ou ausência do dinheiro revela a economia libidinal envolvida na relação entre o sujeito e o seu sintoma.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 1918, no texto: Linhas de progresso na teoria psicanalítica, Freud observa que o trabalho do analista é limitado às pessoas privilegiadas, uma vez que as necessidades de sobrevivência se sobrepõem à busca pelo tratamento. Contudo, no futuro chegaria um momento que existiria algum tipo de organização &#8220;(&#8230;) <em>aumentaria em medida suficiente para tratar uma considerável massa da população</em>.&#8221;(Freud, 1918). Pondera também sobre o ato analítico e alerta que o paciente <em>&#8220;(&#8230;)deve ser deixado com seus desejos insatisfeitos com abundância&#8221; (Freud, 1918)</em>, a fim de não tomá-lo como propriedade privada, decidindo por ele seu destino.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por outro lado, temos o profissional que para sustentar o dispositivo clínico deve levar em conta o rigor e a precisão que esta prática sofisticada requer. Sendo assim, deve-se considerar que compreendê-la ultrapassa a apreensão da técnica e depende da construção de um dispositivo singular que exige uma certa erudição do profissional além de sua disposição para a manutenção do tripé que sustenta esta prática e que tudo isso envolve um considerável investimento de tempo e dinheiro.</p>
<p style="font-weight: 400;">LO BIANCO e colegas (1994), em seu estudo justifica que a clínica não é o mesmo que um consultório; é psicologia de qualquer lugar que necessite de progressos de saúde, sendo designada pela escuta sobre o fenômeno e não uma área de atuação. Portanto, a psicologia como campo de estudos do fenômeno humano se adapta de acordo com a demanda do sujeito, o seu contexto histórico, social, econômico e cultural, o que afeta diretamente os modos de oferta da escuta ao sujeito. Dos consultórios particulares, o acesso ao tratamento estendeu-se às Instituições de ensino, aos hospitais, ambulatórios de saúde mental da rede pública, dentre outros. Tudo isso implica em diferenças no acesso e sustentabilidade do tratamento, então, nos deparamos com: implicações e gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Diante disso, ao aceitar um sujeito em análise, de acordo com a sua proposta de imediato, sem escutar cuidadosamente sua demanda, pode favorecer, no contexto clínico, a repetição de outras ofertas que circulam na cultura e que, na realidade, sucateiam o desejo do sujeito, colocando-o no risco eminente de cristalizá-lo na lógica de superfaturamento do gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Deve-se considerar também a relação entre o dinheiro e a transferência, que o modo de introduzir e manejar a questão do valor e do pagamento sob condição transferencial tem consequências em seus desdobramentos, como por exemplo: o sujeito pode subestimar sua capacidade de sustentar a própria análise, podendo se fixar em uma posição de auto sucateamento e, o que é pior, sancionada pelo analista. Assim, na relação transferencial, o analista intervém na contramão do gozo, ao cobrar pela sessão. Neste sentido o dinheiro assume, então, a função de anteparo, ou seja, de para-gozo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para finalizar, relativamente ao aspecto de formação dos profissionais, esse, paga/banca pela sua erudição e pela sua dispendiosa formação, enquanto terceiros sustentam a análise do sujeito ou pagam um valor &#8220;pré-estabelecido&#8221; quando pagam pela sua análise. Corre-se, assim, o risco de estabelecer uma equação na qual quem investe na análise do sujeito é o analista. Consequentemente, não pode essa relação, endossar a menos-valia que o sujeito atribui ao seu próprio discurso, sucateando-se como objeto do Outro, fixado num lugar de mais gozar?</p>
<p style="font-weight: 400;">Há de se refletir ainda sobre as consequências da dinâmica na produção discursiva do sujeito propriamente dita, ou seja, sobre a atualização da regra fundamental. O modo de pagar e o quanto paga por sua palavra, não afeta diretamente a associação livre?</p>
<p style="font-weight: 400;">A questão aqui é extremamente delicada, pois todos estes elementos relativos ao acesso e à sustentabilidade do tratamento estão inseridos em contextos econômicos muito complexos, no mais, em uma primeira apreensão poder-se-ia concluir erroneamente, é claro do âmbito de ação elitista para a prática clínica o que se coloca incompatível com a sua ética[l]. Frente, então, a cada ato de escuta, a atenção às questões de natureza semelhante às aqui levantadas devem ocupar a atenção do analista no manejo do pagamento (ou não) de cada sessão e sua relação as lógicas de gozo do paciente em questão.</p>
<p style="font-weight: 400;">[1] Ética: apropriadamente do universo da falta.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>FIGUEIREDO</strong>, L.C.M &#8211; A invenção do psicológico: quatro séculos de subjetivação (1500-1900) (2017) 9º edição &#8211; São Paulo: Escuta.</p>
<p style="font-weight: 400;">____- Matrizes do pensamento psicológico (2014) &#8211; 20° edição &#8211; Petrópolis, RJ: Vozes.</p>
<p style="font-weight: 400;">____- Revisitando as psicologias: da epistemologia à ética das práticas e discursos psicológicos (2015)- 8° edição &#8211; Petrópolis, RJ: Vozes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>FREUD</strong>, Sigmund &#8211; O caso Schereber, artigos sobre a técnica e outros trabalhos (1911 &#8211; 1913) &#8211; Edição</p>
<p style="font-weight: 400;">Standart brasileira das obras psicolológicas completas de Freud, Vol.XIV, Editora Imago.</p>
<p style="font-weight: 400;">_____- Uma neurose Infantil e outros trabalhos (1917 -1918) &#8211; Edição Standart brasileira das obras psicolológicas completas de Freud, Vol.XIV, Editora Imago.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>HORTA</strong>, S. H &#8211; La funcion del pago em la practica analítica &#8211; (2019) &#8211; Colleción: Encuentros, Editorial: El diván negro. Primeira Edición.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>LACAN</strong>, J. &#8211; A ética da psicanálise &#8211; (1959-1960) &#8211; Texto estabelecido por Jacques Allain Miller; [Versão brasileira Antônio Quinet] &#8211; Rio de Janeiro: Zahar, 2008.</p>
<p style="font-weight: 400;">_____- Televisão &#8211; (1993) &#8211; [versão brasileira Antônio Quinet] &#8211; Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>LO BIANCO</strong>, A.C., BASTOS, A.V.B., NUNES, M.L.T., SILVA, R.C. da. &#8211; Concepções e atividades emergentes na psicologia clínica: implicações para formação. (1994) In: ACHAR, R. (org) Psicólogo Brasileiro: Práticas emergentes e desafios para formação. São Paulo: Casa do Psicólogo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MARTIN</strong>, P. &#8211; Dinheiro e Psicanálise (1997) &#8211; Tradução: Dulce Duque Estrada &#8211; Rio de Janeiro: Revinter.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>QUINET</strong>, A. &#8211; As 4+1 condições de análise. 12. Edição. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2009.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SLEMENSON</strong>, K. P. &#8211; Sem? Sobre a inclusão e o manejo do dinheiro numa psicanálise. &#8211; São Paulo: Casa do Psicólogo.</p>								</div>
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		<title>As emoções e seus destinos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2020 14:59:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicanálise e suas Vicissitudes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, as cidades seguem o distanciamento e o isolamento social, a Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração também, contudo, a escuta se faz presente mesmo no ambiente virtual, há de se considerar que nada substitui o contato humano, mas é o possível neste momento. Uma escuta técnica e precisa aliada ao desejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de clausura, as cidades seguem o distanciamento e o isolamento social, a Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração também, contudo, a escuta se faz presente mesmo no ambiente virtual, há de se considerar que nada substitui o contato humano, mas é o possível neste momento.</p>
<p>Uma escuta técnica e precisa aliada ao desejo de (re)conhecer as emoções, escolhas e suas consequências, favorecem (re)encontros, novas escolhas e novos “destinos”.</p>
<p>Não isole suas emoções, fale conosco.</p>
<blockquote><p>“Ao sair da clausura, suas emoções terão um destino e conduzi-las depende de reconhecê-las.&#8221;</p>
<p>Aislene Daniel Gomes Zaro – Psicanalista.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O dinheiro e a análise, uma questão de valor.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 02:01:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dinheiro é uma necessidade que facilita a subsistência humana e para obtê-lo demanda cada vez mais trabalho, competência e habilidade do indivíduo, ou seja, para tê-lo é necessário produzi-lo à partir de um esforço, que dá trabalho, portanto, o valor atribuído no trabalho ao qual se aplica nem sempre vale o trabalho que ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dinheiro é uma necessidade que facilita a subsistência humana e para obtê-lo demanda cada vez mais trabalho, competência e habilidade do indivíduo, ou seja, para tê-lo é necessário produzi-lo à partir de um esforço, que dá trabalho, portanto, o valor atribuído no trabalho ao qual se aplica nem sempre vale o trabalho que ele tem para produzi-lo, contudo, ao refletir com cuidado a este respeito é possível compreender como se relaciona com a sua produção, bem como o valor atribuído à ele.</p>
<p>Dinheiro e valor são pontos que se atravessam, porém completamente diferentes, ou seja, o dinheiro hoje é o recurso que temos na nossa cultura que torna possível representar em números uma ideia de quanto vale algo, contudo, não significa que este algo tem de fato o valor que lhe é atribuído.</p>
<p>Quando se trata de uma análise, por exemplo, quanto vale?. Qual o parâmetro para estabelecer o valor de uma análise? Está de acordo com a experiência profissional? Ou a tabela dos conselhos de classe? Paga-se pelo tempo/hora do analista? O “preço” da análise se estabelece de acordo com o diagnóstico e sua gravidade? Ou, para livrar-se da angústia, dos sintomas e de tudo que remete ao sofrimento, inclusive as lembranças enfadonhas?. Paga-se pelo trabalho em conjunto?, pelas palavras? São tantas questões…</p>
<p>Mas, o que definitivamente se paga em uma análise?</p>
<p>A análise para aquele quem busca, é um instrumento que favorece a partir de uma escuta disponível (entende-se um profissional analista, que a partir de seus estudos, análise pessoal e supervisão, apura constantemente a habilidade de escutar o sujeito) compreender suas demandas a partir de seu próprio discurso. Discurso este, construído a partir de seu repertório de vida e transmitido ao analista por intermédio das palavras.</p>
<p>Em análise, as palavras são usadas para contar uma história, contudo há nesta, pontos que a palavra pode não dar conta de contar, então, há uma conta que não fecha e o corpo cobra.<br />
Diante disto, há na história de vida de cada indivíduo um trabalho árduo e complexo que envolve palavras, relacionamento com o Outro, cultura, psiquê e corpo, para resultar na conjunção do que cada um apresenta ao analista em seu discurso, portanto, o valor de uma análise se constrói em análise e o sujeito propõe ao analista a quantia monetária que representará este valor, sancionado pelo analista.</p>
<p><em>Aislene Daniel Gomes Zaro</em><br />
<em>Psicanalista e Especialista em psicologia clínica</em><br />
<em>CRP 06/65176</em></p>
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		<title>Para pesquisadora, é possível reverter autismo com intervenções precoces</title>
		<link>https://clinicaintegracao.com/para-pesquisadora-e-possivel-reverter-autismo-com-intervencoes-precoces/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@clinicaintegracao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 18:45:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O autismo e suas peculiaridades, o quão importante é a formação e informação profissional, a observação do indivíduo desde a mais tenra idade, a orientação às famílias e a intervenção antes mesmo do diagnóstico. Especialista em autismo, a psicanalista franco-brasileira, Marie-Christine Laznik, foi presença de destaque do evento “I Encontro Internacional: O bebê em cena”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O autismo e suas peculiaridades, o quão importante é a formação e informação profissional, a observação do indivíduo desde a mais tenra idade, a orientação às famílias e a intervenção antes mesmo do diagnóstico.<span id="more-320"></span></p>
<p>Especialista em autismo, a psicanalista franco-brasileira, Marie-Christine Laznik, foi presença de destaque do evento “I Encontro Internacional: O bebê em cena”, promovido pelo Grupo de Pesquisa Psicanálise, Linguagem e Educação (GP PsiLE), vinculado à Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no dia 2 de agosto. Para ela, é possível reverter o quadro de autismo se as intervenções forem feitas precocemente, a partir dos quatro meses de vida do bebê. “O autismo é uma doença neurodesenvolvimental que demora para se manifestar. Se a gente intervém antes de desenvolver, este bebê não vai chegar a ser autista”, destaca. No entanto, a psicanalista, que é co-fundadora do Centro de Pesquisa sobre os Problemas Psíquicos no Bebê, na França – Preaut (Prevenção do Autismo) – aponta a necessidade de formação de profissionais de saúde para a identificação de sinais em recém-nascidos, sobretudo os pediatras, que terão os primeiros contatos com o bebê. “Quem evita (os sinais e diagnósticos) são os pediatras, pois não sabem identificar. Nunca tiveram sequer cinco minutos de aula na faculdade de Medicina sobre autismo”. Confira a entrevista da pesquisadora para o Portal da UFJF.</p>
<h3>Por que temos a impressão de que os casos de autismo estão aumentando?</h3>
<p>Uma das grandes razões é a extrema amplitude da síndrome autística no DSM-5 (o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição, feito pela Associação Americana de Psiquiatria para diagnósticos de transtornos mentais). Ele é extremamente amplo, pois vai incluir autistas, os Aspergers, e mesmo não autistas. Aqueles primeiros lugares no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), os gênios, também caem na grade, além daqueles que possuem casos graves de retardo de linguagem e desenvolvimento. O espectro vai desde o retardo até os gênios, passando pelos autistas e aqueles com as antigas psicoses infantis. Mas é preciso entender esse crescimento sobretudo dentro da lógica da medicina americana. Lá não tem medicina pública, só medicina privada. Então se o filho se encontra nessa grade específica o tratamento é subsidiado pelos fundos de saúde. Não acredito que o aumento esteja relacionado ao crescimento de crianças nas telas, nem por conta de vacina, isso já ficou provado por diversos trabalhos epidemiológicos. É que o campo todo está presente. Hoje em torno de 1% da população é autista, antes era 0,1%.</p>
<blockquote><p>“Não acredito que o aumento do autismo esteja relacionado ao crescimento de crianças nas telas, nem por conta de vacina.”</p></blockquote>
<h3>Que tipo de sinais os pais devem identificar?</h3>
<p>Primeiro é preciso especificar a idade. Em bebês a partir de quatro meses já é possível identificar sinais e hoje temos a “Preaut”, que é uma grade de avaliação na qual é possível observar que há um risco e seria bom ajudar. Se a gente ajuda esse bebê bem cedo, ele não vai ser autista. O autismo é uma doença neurodesenvolvimental que demora para se manifestar. Se a gente intervém antes de desenvolver, este bebê não vai chegar a ser autista. Há sinais que podem nos alertar no sentido de buscar ajuda de um profissional para o bebê se desenvolver de uma maneira melhor, mais típica. Existe um projeto para incluir na caderneta da criança algumas perguntas como: seu bebê de seis meses gosta de colocar as mãos e pés na boca dos pais? Ele te chama no momento em que está conversando com outro adulto, solicitando sua atenção? Se não faz essas coisas, não quer dizer que é autista. Quer dizer que é um bebê que precisa de cuidados para justamente não chegar a se tornar.</p>
<h3>Existe algum teste que pode ser aplicado nos bebês e crianças?</h3>
<p>Saiu agora em dezembro de 2017 <a href="http://laznik.fr/wp-content/uploads/2017/12/Olliac-2017-PREAUT-1.pdf">a nossa grade que levou 20 anos </a>para ser finalizada, com 12.400 bebês na França. Um projeto que eu criei e uma equipe imensa levou adiante, incluindo 600 médicos, engenheiros, estatísticos. A grade traz um <a href="http://www.portalped.com.br/wp-content/uploads/2018/06/questionario-PREAUT-autismo.jpg">questionário inicial</a> de dois itens aos quatro meses um segundo complementar com mais dois itens aos seis meses. Mas é preciso destacar que leva três anos para um bebê ficar autista, e o objetivo é avaliar e tratar para que o bebê não seja. A grade não está dizendo que o bebê vai ser autista, mas que precisa de cuidados.</p>
<h3>O que pode ser avaliado como um diagnóstico tardio?</h3>
<p>Não estamos falando de diagnóstico, mas de início de intervenções. E podemos dizer que quando o bebê tem mais de um ano já pode ser considerado tardio. Claro que é muito melhor tratar uma criança de dois anos do que uma de seis. Mas ficam sequelas de um desenvolvimento do cérebro que não é típico. Enquanto nos primeiros meses é possível reverter o processo, ou seja, muda tudo.</p>
<blockquote><p>“Nos primeiros meses é possível reverter o processo.”</p></blockquote>
<h3>Os profissionais de saúde estão preparados para identificar esses sinais?</h3>
<p>Não. Isso está começando na França e também nos Estados Unidos, onde há uma preocupação muito grande com bebês que possuem irmãos autistas. O que podemos fazer no Brasil é a criação de unidades como Caps Bebê, com atendimento de zero a dois anos. No Brasil, já estamos capacitando psicanalistas para trabalharem com psicomotricistas ou terapeutas ocupacionais de integração sensorial em atendimento precocíssimo de bebê em algumas cidades. Por enquanto é apenas isso que vimos. Há muitas rede de profissionais que trabalham entre si, se formam e dialogam, mas na rede particular. Não saúde pública ainda estamos longe. É necessário verba para precocíssimos, desenvolvimento de Caps Bebê, atendimento em UBSs (unidades básicas de Saúde) com pediatras capazes de avaliar o risco. O nosso sonho é implantar diplomas universitários dentro das faculdades de pediatria para pediatras que já estão exercendo. Quem tem que aprender a avaliar riscos são eles.</p>
<blockquote><p>“Quem evita são os pediatras, pois não sabem identificar. Nunca tiveram sequer cinco minutos de aula na faculdade de Medicina sobre autismo. Muitos desconhecem o assunto.”</p></blockquote>
<h3>Os pais fogem do diagnóstico?</h3>
<p>Não. Quem evita são os pediatras, pois não sabem identificar. Nunca tiveram sequer cinco minutos de aula na faculdade de Medicina sobre autismo. Muitos desconhecem o assunto. Uma mãe chega ao consultório e diz que já teve um filho e vê que esse não a olha, acha estranho. Nesse momento, eles conversam em “manhês” ou “pediatrês” com o bebê, ele sorri e fala: “Minha senhora, você que tem problemas, esse bebê está ótimo.” A mãe nunca mais questiona. O pediatra não fez de propósito, ele nunca foi formado para isso. Por isso precisa de formação, para ficar a par do que está sendo discutido no mundo.</p>
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<p><em>Fonte: <a href="https://www2.ufjf.br/noticias/2018/08/07/nao-acredito-que-o-aumento-do-autismo-esteja-relacionado-ao-crescimento-de-criancas-nas-telas-nem-por-conta-de-vacina/?fbclid=IwAR3NNKmI-Nzy9LlsD2zlWfZRD2RoJNo0Xrr0iU_9J5ebuZTvYpC9giDnuvI" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UFJF</a></em></p>
<p>O post <a href="https://clinicaintegracao.com/para-pesquisadora-e-possivel-reverter-autismo-com-intervencoes-precoces/">Para pesquisadora, é possível reverter autismo com intervenções precoces</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicaintegracao.com">Clínica de Psicologia e Psicanálise Integração</a>.</p>
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